3 razões para ter o melhor ano artístico da sua vida
Não entre em 2025 sem saber disso
Se você se compara, sempre estará em um estado de negação com a criação (o lado criativo do cérebro), em um espiral de tristeza, em um limbo sem saída, na inveja e na procrastinação …
Não sei se peguei pesado, mas a comparação é uma das piores armadilhas que as pessoas acreditam ser saudável e boa. Na realidade, ela serve apenas para você refletir sobre para onde está olhando, e só, MAIS NADA!
Geralmente vai invejar mais, vai ficar mais ansioso, vai querer até coisas que nunca quis pra impressionar os outros, mas e a sua criação ?
Vou falar por mim e por muitos relatos que já recebi: a comparação só me deixava mais ansioso. Ela sempre esteve lá, nos feeds do Instagram, cheios de coisas extraordinárias na minha frente.
Às vezes, nem percebia que algo que era admiração havia se transformado em comparação.
Claro, se você procrastina muito e tendo coisas importantes pra fazer, sempre prefere adiar pra ir rolar o feed por exemplo, pode te levar a comparação e isso vira uma bola de neve.
É algo nocivo.
Por isso digo, a comparação é a raiz de quase todo mal de qualquer artista, então o que fazer ?
O maior exemplo de inspiração hoje pra mim é o próprio “Substack” ! Eu só entro aqui e escrevo, depois faço umas bagunças gráficas e posto, isso me inspira pra “baralho" !
Geralmente, uso as redes sociais mais para postagens e questões profissionais. Passo bem pouco tempo no feed e costumo assistir a coisas alternativas que, geralmente, as pessoas acham esquisitas demais kkkk
— ou só alternativas mesmo, como a animação “PUPARIA”, meu curta preferido há algum tempo.
Ou seja, o que me inspira ou o que te inspira, não necessariamente está em um retângulo pequeno (iphone) ou nem esteja em um instagram da vida, talvez sejam filmes alternativos, lugares diferentes tipo a “substack” ou um parque, ou a MUBI, um sistema de stream só com filmes diferentes, sei lá . . .
— Procure ou só já continue vendo o que te inspira.
A comparação é o ego puramente querendo viver o que você nunca nem sonhou talvez,
Existe um termo chamado senectude que é objeto de estudo sobre como pessoas que se sentem “velhas demais” costumam pensar em relação a isso, e posso te falar ?
Tem pessoas se achando velhas demais aos 18 pra começar seus projetos artísticos.
Velhas demais aos 30 pra re-começar antigos sonhos de infância.
40, 50 pensando que agora é só viver o que “resta” acreditando não existir mais vida,
mas também . . .
Existem pessoas que conseguem mudar algo no cérebro e passam de uma mente carregada pela senectude para a melhor fase da vida, apenas por descobrirem uma única coisa.
Hermógenes em um estado de visceroptose (barriga caída) descobriu uma coisa só após os 36 anos que fez seu corpo voltar ao normal (secar a barriga) sem precisar fazer nada radical, e isso só depois da fase adulta - ele aprendeu o Yoga.
“Ué, mas o que isso tem haver com a arte, Diy ?”
O corpo físico é a coisa mais complexa e artística que veio antes de você conceber a sua consciência em vida e infinitos estudos já demonstram que, quer mudar de vida, treine seu corpo!
Essas movimentações corporais ativam em você a vontade de voltar a viver independente da idade. Há pessoas que só começam a ter uma vida mais “fueda” só depois de descobrirem isso !
O artista que não movimenta o corpo pode entrar em um estado de entropia. Ao longo dos anos, é isso que causa a neurastenia no ser humano.
Talvez você já esteja neurastênico e nunca nem notou — WHAT ?
= É um transtorno psicológico que enfraquece o sistema nervoso central e causa cansaço mental e físico.
Como curar isso ? Movimente o seu corpo !
Uma das razões das pessoas não gostarem de críticas, é que elas não são críticas e vou te provar.
A melhor crítica é a “análise autocrítica” de si mesmo, aquela que não tem um terceiro te julgando, é você e sua consciência.
É ela que te guia para as pessoas certas que irão realmente te dar críticas construtivas e geralmente, quando vinda de um verdadeiro mestre, você nem sente que é uma crítica e sim uma experiência passada.
O que as pessoas se acostumaram a chamar de “crítica” vem da enorme quantidade de pessoas comentando o que você deve fazer ou deixar de fazer e geralmente essas pessoas acreditam mesmo que estão criticando, mas elas só estão projetando um “gosto pessoal” delas em você.
Ela não sabe o que você gostaria de mostrar, mas ela quer mostrar através de você
= vazio de sentido
Por esses e mil e um motivos parei de ouvir ou dar importância para comentários, a maioria quer imprimir em você os seus gostos pessoais mas isso é uma falta de auto conhecimento delas, não sua.
A essas pessoas — “Se você é bom e acredita ter um bom gosto, por que não tem ninguém querendo ver o que você faz ?”
Agora imagine tentar agradar a todo mundo . . . muito rápido você percebe que isso acaba com a sua individualidade e no fim acaba não agradando ninguém…
Não é que você não goste de críticas, você talvez adore elas, o que você não gosta são dos gostos que te impõem e dos achismos de pessoas que nem dominam muito o que tanto falam/escrevem pra você e de você.
Já a análise autocrítica é a chave. É algo interno, e é ela que te guia para pessoas com gostos, ideais e inspirações parecidas. Com isso, você aumenta suas chances de melhorar no caminho que realmente deseja e de encontrar mais pessoas que te ajudarão com críticas reais e construtivas.
O verdadeiro mestre nem parece que está criticando, o fardo é mais leve.
E claro, antes de partir, gostaria de te convidar…




















